O Conselhos de Competitividade da América se reunirão em Santiago do Chile

No próximo 29 de setembro Santiago do Chile será sede do II Encontro dos Conselhos de Competitividade das Américas, encontro que se realizará no quadro do III Fórum de Competitividade das Américas, convocado e organizado pelo Governo do Chile através do Ministério de Economia, Desenvolvimento e Reconstrução.

A jornada é organizada e convocada pelo Conselho Nacional de Inovação para a Competitividade (CNIC) e espera contar com os representantes máximos das instituições do hemisfério, tanto públicas como privadas, que estão dedicadas a formular estratégias e iniciativas que permitam aos povos das Américas darem um salto em matéria de inovação e competitividade em seus setores produtivos. Para isso, O CNIC já entrou em contato com os representantes de mais de 30 países da região que contam com seus Conselhos de Competitividade, dos quais já confirmaram presença o Brasil, Estados Unidos, Venezuela e Uruguai.

A reunião busca ser um espaço de trabalho no qual se troquem experiências, melhores práticas e outros assuntos de relevância para o trabalho dessas entidades, que buscam conseguir um crescimento sustentável, justo e dinâmico para as nações das Américas. Uma das idéias que será trabalhada é a criação de uma rede permanente de Conselhos de Competitividade. Nesta linha, haverá rodadas de trabalho prévias, onde serão colocadas as inquietações, problemas e soluções em comum adotadas por cada país, para assim poder se apoiar nas estratégias que cada um desenvolver.

O Encontro dos Conselhos de Competitividade será realizado no quadro do III Fórum de Competitividade das Américas que reunirá representantes governamentais, acadêmicos, organismos internacionais e do setor privado. O lema do Fórum é “Competitividade em tempos de crise” e buscará identificar elementos e ações que permitam enfrentar este período complexo.

Sobre a importância do Encontro de Conselhos de Competitividade, Eduardo Bitran, presidente do Conselho de Inovação para a Competitividade, destacou que: “os problemas do desenvolvimento econômico exigem um salto na competitividade de suas economias e dos principais setores produtivos. Por isso, temos visto com muita satisfação como cada dia o número de países que contam com instituições dedicadas a pensar, propor e impulsionar ações em esses temas é maior, aportando também diferentes enfoques, tanto do setor privado como do estado”. Neste sentido, realizar um aporte frutífero exatamente sobre essas experiências é a tarefa que se propõe o encontro.

Desenvolvido por Mitocondria